Arquivo da categoria ‘Dons e Carismas’


INTERPRETAÇÃO DAS LÍNGUAS

 

Normalmente, nem aquele que fala em línguas nem os outros entendem o que se exprime. Mas o Senhor, muitas vezes, quer que aquela oração seja de edificação para a comunidade; quer usar o veículo das línguas para falar à comunidade. Então, o Senhor , à mesma pessoa ou a outra pessoa, o dom da interpretação, que não se trata de tradução.
Às vezes, Deus nos fala por meio do dom de profecia em línguas. Nossa oração em línguas é uma oração de louvor, de adoração, de intercessão; é uma oração para Deus; não precisa de interpretação. Mas quando Deus usa da oração em línguas para nos dirigir uma palavra de profecia, faz-se necessária a interpretação, do contrário a profecia não pode ser feita.

No momento em que o grupo de oração se reúne, naquele instante de silêncio, alguém é movido pelo Espírito Santo a falar em línguas; e fala algumas frases em línguas. Deus suscita nesse momento o dom da interpretação, ao qual precisamos estar abertos. Como acontece isso?

Vem à nossa mente, a nosso coração, a interpretação, o sentido daquelas palavras em línguas. E isso nos vem da mesma forma que o dom da profecia. Sentimos a interpretação nascer em nós.

Esse dom é muito precioso, ele causa uma impressão maravilhosa na assembléia. É uma palavra muito forte, muito consoladora, que vem de Deus, e é expressa na linguagem dos anjos, na linguagem própria do Espírito Santo.

 

Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/med/14.htm; Acesso em 27/09/2010

 

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Dom das línguas

Publicado: 22/10/2010 em Dons e Carismas

 

 

“… falarão novas línguas”

(Mc 16,17).

O dom das línguas ou glossolalia é o mais comum de todos os carismas.  É uma oração que se faz a Deus, em língua desconhecida, ou melhor, através de sons ininteligíveis.
Ela pode manifestar-se na oração comunitária, onde brota com naturalidade e se traduz numa força poderosa, ou na oração pessoal, quando as palavras nos faltam, a fraqueza nos invade e se apodera de nós uma sensação de desânimo, impedindo a nossa concentração. Rezar em línguas abre o caminho para uma oração mais profunda, para um contato mais imediato com Deus.
S. Paulo na 1ª Carta aos Coríntios 14,2 diz que “aquele que fala em línguas, não fala aos homens mas a Deus: ninguém de fato entende pois no Espírito diz coisas misteriosas”, e acrescenta em 14,4 “quem fala em línguas edifica-se a si mesmo”.
O Cardeal Suenens dá testemunho da dimensão espiritual da oração em línguas, quando afirma: “este modo de rezar é uma forma de desprendimento de si, de desbloqueio e de libertação interior diante de Deus e dos outros. Se no ponto de partida da experiência se aceita este ato de humildade, (…) experimenta-se a alegria de descobrir um modo de rezar para além das palavras e para além de todo o cerebralismo. Este modo de rezar é criador de paz e expansão”.

Na 1ª Carta aos Coríntios 14,15 S. Paulo diz: “Rezarei com o Espírito, mas rezarei também com a inteligência, cantarei com o Espírito, mas cantarei também com a inteligência”. Santo Agostinho chama ao cântico em línguas o cântico no júbilo e explica que o júbilo é uma alegria que não pode expressar por palavras o que se canta com o coração.
Só o Espírito sabe qual o sentido da oração em línguas, a não ser que seja a dado a alguém a graça do carisma da interpretação.

Algumas observações importantes:

– Todos podem falar, orar ou cantar em línguas. Mas é bom lembrar que se trata de um carisma que o Espírito dá conforme lhe apraz (1Cor 12). Portanto, se alguém não consegue orar, não precisa ficar preocupado, porque com certeza outros dons se manifestarão na vida desta pessoa.

– A oração em línguas não é sinal essencial para demonstrar que alguém foi batizado no Espírito Santo. Quando alguém recebe o Espírito, os carismas podem ou não manifestar-se, mas os verdadeiros sinais interiores da Efusão no Espírito, estão relacionados em Gálatas 5,19-23.

– O fenômeno de Pentecostes narrado em Atos 2, fala dos apóstolos falando nas línguas dos povos que estavam em Jerusalém. Portanto não set trata da oração em línguas como a vemos comumente.

 

Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/med/14.htm; Acesso em 27/09/2010

 

Paz e bem.

Eldo C.A.

Dom de Cura

Publicado: 20/07/2010 em Dons e Carismas

 

     Precisamos, em primeiro lugar, entender que é Jesus quem cura, e não quem ora. Ele quis e quer curar seu povo. Então nossa parte é pedir, pedir, pedir, insistir…

     Não existem gestos certos, mágicos que facilitem a cura. O principal é a oração, seja impondo as mãos sobre o doente, seja apenas segurando as mãos dele e clamando ao Senhor.

     E é claro que, como quando vamos ao médico e ele passa um tratamento a ser seguido, Jesus também tem a receita dele: cumprir seus mandamentos. Se o povo é rebelde, pode até ser curado, mas pode acontecer de voltarem todos os males.
     As doenças também podem ser psicossomáticas, conseqüência de preocupação, ansiedade, angústia, ressentimento, rancor… Causam problemas de estômago, vesícula, rim, coluna, dor de cabeça, problemas respiratórios, pressão alta, baixa… São conseqüências de nossa vida desviada dos caminhos do Senhor.
É o Senhor quem promete fazer segundo nossa fé: “Em qualquer casa onde entrardes, dizei: Paz a esta casa.

     Se ali houver algum doente, orai por este doente. Recebestes de graça, de graça dai” E o Senhor garante: “E a oração da fé salvará o enfermo. E o Senhor o levantará”.
     Faça isso: comece a orar pelas pessoas, para que sejam curadas. Não espere juntar uma platéia para começar. Comece em casa. Em geral, é mais fácil começar pelas crianças. Crianças são muito sensíveis, não têm pecado, nem barreiras. A cura acontece muito facilmente nelas. Você vai crescer na fé, orando e vendo a cura se realizar; vai acreditar ao ver que o Senhor cura por meio de nós. O Senhor quer que você acredite nisso. Não é você que vai curar, porque o próprio dom de curar vem do Espírito Santo. É o Espírito que cura; nós somos apenas seus instrumentos. É a oração que leva à cura. Jesus disse que mesmo se nossa fé fosse to tamanho de um grão de mostarda, transportaríamos montanhas.
 

Referência:        http://www.cancaonova.com/portal /canais/formacao

 Acompanhe nosso informativo. Mês passado vimos sobre o dom da profecia, este mês sobre o dom da cura, e no próximo mês estaremos entendendo mais sobre o dom das línguas.

Eldo  

 

Dons e Carismas

Publicado: 28/06/2010 em Dons e Carismas

“Mas quem profetiza fala aos homens: ele edifica, exorta, encoraja. Quem fala em línguas edifica a si mesmo, mas quem profetiza edifica a assembléia. Desejo que todos vós faleis em línguas, mas prefiro que profetizeis”

(1Cor 14,3-5a).

No dom de línguas falamos a Deus, não aos homens. Mas os homens precisam que a mensagem lhes seja anunciada. Quando Deus nos dá uma palavra de profecia, a assembléia inteira é edificada.
O dom de profecia não se refere necessariamente a previsão de futuro. O profeta fala em nome de Deus, trazendo uma palavra para a comunidade reunida.

Como acontece a palavra de profecia?
Em clima de oração nasce em nós, em nosso coração, em nossa mente, uma palavra:

“Confiai em mim, porque eu sou o vosso Senhor. Ponde vossa confiança unicamente em mim, porque estais cercados por muitos falsos profetas, por muitas insinuações do mal.
Eu sou o vosso Senhor, conduzo vossas vidas, vosso presente, vosso futuro. Confiai em mim, ponde vossa total confiança em mim.”

Esse é apenas um exemplo. É como se fosse o próprio Deus falando usando de nossa voz. Mas Ele não nos obriga, não perdemos o sentido nem a razão, nem tampouco entramos em transe. Deus só irá falar se nós permitirmos. E o modo de permitirmos é abrindo nossos lábios para falar o que estamos sentindo em nosso coração.
Não se trata também de repetir versículos bíblicos. Isso é válido num momento de oração mas não é uma profecia.
No inicio, Deus até dá sinais, como palpitações, calor, arrepios, etc. Depois que nos acostumamos a profetizar isso pode ir desaparecendo.

Quando a profecia é realmente do Espírito ela produz paz, mesmo que seja pra corrigir. Do contrário, ela deixa inquietos, ou simplesmente não produz frutos.

Paulo em 1 Cor 14, dá importantes instruções sobre o dom da profecia. Vale a pena lê-lo.

Referência:              http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao

Acompanhe nosso informativo. Mês passado vimos sobre o dom da interpretação. Próximo mês estaremos entendendo mais sobre o dom de cura.

Eldo.

Dom da interpretação

Publicado: 04/06/2010 em Dons e Carismas

Dom da interpretação

Normalmente, nem aquele que fala em línguas nem os outros entendem o que se exprime. Mas o Senhor, muitas vezes, quer que aquela oração seja de edificação para a comunidade; quer usar o veículo das línguas para falar à comunidade. Então, o Senhor , à mesma pessoa ou a outra pessoa, o dom da interpretação, que não se trata de tradução.
Às vezes, Deus nos fala por meio do dom de profecia em línguas. Nossa oração em línguas é uma oração de louvor, de adoração, de intercessão; é uma oração para Deus; não precisa de interpretação. Mas quando Deus usa da oração em línguas para nos dirigir uma palavra de profecia, faz-se necessária a interpretação, do contrário a profecia não pode ser feita.
No momento em que o grupo de oração se reúne, naquele instante de silêncio, alguém é movido pelo Espírito Santo a falar em línguas; e fala algumas frases em línguas. Deus suscita nesse momento o dom da interpretação, ao qual precisamos estar abertos. Como acontece isso?

Vem à nossa mente, a nosso coração, a interpretação, o sentido daquelas palavras em línguas. E isso nos vem da mesma forma que o dom da profecia. Sentimos a interpretação nascer em nós.
Esse dom é muito precioso, ele causa uma impressão maravilhosa na assembléia. É uma palavra muito forte, muito consoladora, que vem de Deus, e é expressa na linguagem dos anjos, na linguagem própria do Espírito Santo.

É justamente nesse sentido que podemos discernir se aquela interpretação da profecia em línguas vem de Deus, do homem ou, em casos raros, do diabo: pelos frutos que ela produz no meio da comunidade. O Senhor é um Deus de paz, e não de guerra, de tumulto, de medo, de tormento. A Palavra que vem do Senhor vem carregada de segurança, e ainda que esta seja de correção ou de advertência, ela produzirá nos destinatários arrependimento, desejo de se converter. Se produzir sentimentos simplesmente de culpa, medo, esta pode não vir de Deus.

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao

Acompanhe nosso informativo. Mês passado vimos sobre o dom da fé. Próximo mês estaremos entendendo melhor sobre o dom da profecia.

Eldo.

Publicado: 30/05/2010 em Dons e Carismas

É o dom que recebemos no batismo. Ele vai acrescentando em nós, a ponto de se tornar uma fé operativa. Não a fé intelectual: “Eu acredito que Jesus pode curar”, e só. Não; de tal maneira estou convencido do poder curador do senhor, que minha fé me leva a ser instrumento dele.

Tudo isso depende de estarmos no Espírito Santo e permanecermos Nele.
Se pego um copo e ponho nele água, um pouco de azeite, uma rolhinha e um pavio, terei feito uma lamparina de azeite. Se eu pegar só o pavio e lhe puser fogo, em poucos segundos o pavio se consumirá. Mas, deixando o pavio embebido no azeite estará produzindo luz e calor. Conosco é a mesma coisa: tudo depende de permanecermos embebidos no Espírito. E então Ele, que tem todos os dons, manifesta-se em nós conforme a necessidade.

Leia a Palavra: Mt 17,14-20.

Na Bíblia, o episódio que acabamos de ler vem logo depois da transfiguração. Jesus vai para o alto do monte, e lá se transfigura diante de Pedro, Tiago e João. Quando ele desce, encontra esta situação: os apóstolos tinham recebido aquele pai, e não conseguiram fazer nada pelo filho dele. Jesus expulsou o demônio, o menino ficou curado e Jesus o devolveu ao pai

Segue-se então a parte mais importante do Evangelho, no v. 19: “Então os discípulos disseram-lhe em particular: “Por que não pudemos nós expulsar esse demônio?”

Ele lhes disse:

“Por causa da pobreza de vossa fé” (Mt 17,20a) Que é isso! Os apóstolos não tinham fé? Nós dizemos: “Claro que tinham!” Eles acreditavam em Jesus, acreditavam que ele era o filho de Deus, acreditavam que Jesus curava, acreditavam que ele expulsava o demônio. Eles acreditavam que o poder de Deus estava em Jesus.

Acreditavam que Deus os estava usando. Prova disso é que foram à frente de Jesus, de aldeia em aldeia, de cidade em cidade, pregando, curando e vendo curas acontecerem.

Eles viram! Portanto, acreditavam. Porém, diante daquela situação, diante do menino naquele estado, não acreditaram. Eles se julgaram muito pequenos para aquilo e Jesus foi claro: “Por causa da pobreza de vossa fé”.

E Jesus continua:

“Em verdade, eu vos digo: se um dia tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a esta montanha: passa daqui para acolá e ela passará. Nada vos será impossível” (Mt 17,20b).

Fonte: www.cancaonova.com/portal/canais/formacao